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  • Cotas NÃO subvertem o princípio da meritocracia

  • Cotas NÃO são inconstitucionais e ferem o princípio da equidade

  • Cotas NÃO maquiam a má qualidade do ensino básico

  • Cotas NÃO rebaixam o nível acadêmico das universidades

  • Cotas raciais NÃO são uma discriminação contra os brancos pobres

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Mobilização

Essa mobilização é uma parceria do Coletivo Yalodê-Badá com Núcleos de Estudos Interdisciplinares Afro-Brasileiros (NEIAB/UEM). Para tanto, assim como afirma Kabengele Munanga (2010) O que se busca pela política de cotas para negros e indígenas, não é para ter direito às migalhas, mas sim para ter acesso ao topo em todos os setores de responsabilidade e de comando na vida nacional onde esses dois segmentos não são devidamente representados como manda a verdadeira democracia. Nesta perspectiva, uma sociedade que quer mudar não deve ter medo de conflitos, pois não há mudança possível sem erros e sem conflitos. Essa mobilização é uma parceria do Coletivo Yalodê-Badá com Núcleos de Estudos Interdisciplinares Afro-Brasileiros (NEIAB/UEM).

Documento

Confira o documento da petição na Integra.

Coletivo Yalodê-Badá em parceria com Núcleo de Estudos Interdisciplinares Afro-Brasileiros (NEIAB) da UEM e a página Por que a UEM não tem cotas? Juntos criamos uma petição online para arrecadarmos assinaturas favoráveis às cotas raciais na Universidade Estadual de Maringá (UEM).

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